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FISL: 35 países e todos os estados brasileiros participaram do Fórum

380 municípios brasileiros foram representados no Fórum

O 5º Fórum Internacional Software Livre (FISL), que terminou do último dia 5 em Porto Alegre, teve 4.854 inscritos vindos de 35 países, contra os 20 que participaram no ano passado. Todos os 27 estados brasileiros estiveram representados, somando 380 municípios do país. Do total de participantes, 1.014 pessoas representaram instituições ou empresas, número considerado recorde pela organização do evento.

O encerramento do FISL, no final da tarde de sábado (05/06), aconteceu logo após a apresentação de uma das palestras mais esperadas, com Jon “Maddog” Hall, que abordou a questão do software ser “livre, mas não gratuito”. Maddog é diretor executivo da Linux Internacional desde 1995 e trabalha na indústria da computação há 35 anos. Já atuou como engenheiro de software, administrador de sistemas, engenheiro de produção, gerente de marketing e educador.

Durante o encerramento do FISL, um acordo de cooperação foi assinado entre as ONGs Hipatia, Solar, e o Programa Software Livre Brasil. O acordo é uma forma de selar a parceria internacional para a promoção do software livre na América Latina. Também foi anunciado que o Fórum arrecadou três toneladas de alimentos não-perecíveis para o Programa Fome Zero de Porto Alegre. O coordenador do FZ, Davi Schmidt, recebeu a entrega simbólica dos alimentos. “É com iniciativas desse tipo, somadas à atividades de saúde, educação e capacitação profissional que o Fome Zero cumprirá seu papel no país”, afirmou.

Conforme Marcelo Branco, um dos coordenadores do evento, o Fórum foi fundamental para a compreensão de que o software livre não é uma questão só do movimento pelo SL, mas que envolve também a luta pela liberdade do conhecimento. Outro aspecto destacado por Branco é a consolidação das administrações públicas em relação ao uso do software livre. “A idéia de que o software livre é mais adequado no uso de administrações está mais evidente, principalmente por causa dos acordos internacionais assinados com Barcelona e a Junta de Extremadura”.

O Fórum trabalhou também com uma visão preparatória dos debates sobre a sociedade de informação, abordando temáticas relativas à democratização da internet, polêmica da propriedade intelectual e o fundo de solidariedade, que visa a criação de uma taxa nas vendas de software e hardware destinada a levar tecnologia da informação a países que não têm acesso.

Fonte: SoftwareLivre.org

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