Protocolo Brasília
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Histórico Nas últimas décadas, com a crescente utilização da informática pelas iniciativas pública e privada, a grande maioria dos documentos (como atas, planilhas de controle financeiro, decretos e projetos de lei, entre outros) encontra-se armazenada eletronicamente. De acordo com especialistas, a quantidade de documentos produzidos é duplicada a cada cinco anos. Graças a esse crescimento exponencial e à relevância das informações, torna-se cada vez mais necessária a padronização do formato utilizado para o armazenamento desses documento. Durante a última década, problemas causados pela falta de compatibilidade entre os programas utilizados para gerar documentos eletrônicos passaram a fazer parte do dia-a-dia das empresas. Um exemplo é um documento de texto gerado pela versão 2003 de uma determinada suíte de escritório que não pode ser aberto pela versão 2000 da mesma suíte. E ainda os casos mais graves em que os documentos foram armazenados utilizando programas como o Carta Certa ou o WordStar e agora não podem mais ser acessadas. Para permitir que a troca de documentos eletrônicos de escritório (textos, planilhas e apresentações) possa ser feita sem a necessidade de que todos os envolvidos possuam o mesmo programa de computador e para permitir que as informações contidas nesses documentos possam ser acessadas ao longo do tempo, independentemente de qualquer programa de computador existente atualmente, foi desenvolvido o formado aberto de documento, conhecido como Open Document Format (ODF).
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